domingo, 21 de março de 2010


É esta pergunta que me persegue todos os dias...

Poderei algum dia ser amada verdadeiramente sem sair magoada?

O amor é um dos sentimentos mais fantásticos do mundo, mas também trás dor, e uma dor profunda!

Quando sofremos por amor, é como se tudo caísse, como se ficasse sem casa, sem chão, e o coração?

Aquele coração que batia fervorosamente, que agora chora e parece que morre e que nunca mais conseguirá ressuscitar...

sábado, 20 de março de 2010



Regras do desafio:

1. Indicar o selinho para cinco blogs cujos posts considere mais interessantes e cheios de significados, não levando em conta o layout ou a organização de widgets do blog.

The Differences Of Our moons: http://www.moondifferences.blogspot.com/




Não Te Consigo Inventar: http://secretodiariode.blogspot.com/

2. Responder a esta pergunta : " Acha que a beleza está nos olhos de quem vê ou isso é só uma
desculpa de pessoas feias?" Na minha opinião a beleza pode se vita de várias maneiras e a que
mais interessa é a beleza interior.Qualquer pessoa é bonita à sua maneira e pode marcar a
diferença.

3. Avisar quem indicou e comentar.

Muito obrigado Beatriz, adoro o teu blog!! Beijinhos muito grandes^^

domingo, 13 de dezembro de 2009

Redenção


I

Vozes do mar, das árvores, do vento!
Quando às vezes, n'um sonho doloroso,
Me embala o vosso canto poderoso,
Eu julgo igual ao meu vosso tormento...

Verbo crepuscular e íntimo alento
Das cousas mudas; psalmo misterioso;
Não serás tu, queixume vaporoso,
O suspiro do mundo e o seu lamento?

Um espírito habita a imensidade:
Uma ânsia cruel de liberdade
Agita e abala as formas fugitivas.

E eu compreendo a vossa língua estranha,
Vozes do mar, da selva, da montanha...
Almas irmãs da minha, almas cativas!

II

Não choreis, ventos, árvores e mares,
Coro antigo de vozes rumorosas,
Das vozes primitivas, dolorosas
Como um pranto de larvas tumulares...

Da sombra das visões crepusculares
Rompendo, um dia, surgireis radiosas
D'esse sonho e essas ânsias afrontosas,
Que exprimem vossas queixas singulares...

Almas no limbo ainda da existência,
Acordareis um dia na Consciência,
E pairando, já puro pensamento,

Vereis as Formas, filhas da Ilusão,
Cair desfeitas, como um sonho vão...
E acabará por fim vosso tormento.

Antero de Quental, in "Sonetos"

domingo, 8 de novembro de 2009

O valor das coisas...


O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.

Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.



Fernando Pessoa
Obrigado por visitarem o meu blog!