quinta-feira, 25 de março de 2010

Ao Luar...


À Luz do Luar!! Estou eu aqui agora! Fonte da minha inspiração, do meu eterno ser...

Sentada a ouvir o som do vento que glorifica a grande e grandiosa lua cheia; bate-me na cara, como se me fosse beijar apaixonadamente. Adorava que esta sensação nunca acabasse, que nunca me abandonasse.

O cheiro a terra molhada, pois a chuva acabou de acabar o solo e o calor de um corpo ao meu lado. Um corpo, uma alma que amo, que necessito e que quando partir irei sentir tanto a sua falta.

Vou desfrutar do momento e vou retê-lo na minha memoria, da mesma maneira que a terra seca retém a agua.

domingo, 21 de março de 2010


É esta pergunta que me persegue todos os dias...

Poderei algum dia ser amada verdadeiramente sem sair magoada?

O amor é um dos sentimentos mais fantásticos do mundo, mas também trás dor, e uma dor profunda!

Quando sofremos por amor, é como se tudo caísse, como se ficasse sem casa, sem chão, e o coração?

Aquele coração que batia fervorosamente, que agora chora e parece que morre e que nunca mais conseguirá ressuscitar...

sábado, 20 de março de 2010



Regras do desafio:

1. Indicar o selinho para cinco blogs cujos posts considere mais interessantes e cheios de significados, não levando em conta o layout ou a organização de widgets do blog.

The Differences Of Our moons: http://www.moondifferences.blogspot.com/




Não Te Consigo Inventar: http://secretodiariode.blogspot.com/

2. Responder a esta pergunta : " Acha que a beleza está nos olhos de quem vê ou isso é só uma
desculpa de pessoas feias?" Na minha opinião a beleza pode se vita de várias maneiras e a que
mais interessa é a beleza interior.Qualquer pessoa é bonita à sua maneira e pode marcar a
diferença.

3. Avisar quem indicou e comentar.

Muito obrigado Beatriz, adoro o teu blog!! Beijinhos muito grandes^^

domingo, 13 de dezembro de 2009

Redenção


I

Vozes do mar, das árvores, do vento!
Quando às vezes, n'um sonho doloroso,
Me embala o vosso canto poderoso,
Eu julgo igual ao meu vosso tormento...

Verbo crepuscular e íntimo alento
Das cousas mudas; psalmo misterioso;
Não serás tu, queixume vaporoso,
O suspiro do mundo e o seu lamento?

Um espírito habita a imensidade:
Uma ânsia cruel de liberdade
Agita e abala as formas fugitivas.

E eu compreendo a vossa língua estranha,
Vozes do mar, da selva, da montanha...
Almas irmãs da minha, almas cativas!

II

Não choreis, ventos, árvores e mares,
Coro antigo de vozes rumorosas,
Das vozes primitivas, dolorosas
Como um pranto de larvas tumulares...

Da sombra das visões crepusculares
Rompendo, um dia, surgireis radiosas
D'esse sonho e essas ânsias afrontosas,
Que exprimem vossas queixas singulares...

Almas no limbo ainda da existência,
Acordareis um dia na Consciência,
E pairando, já puro pensamento,

Vereis as Formas, filhas da Ilusão,
Cair desfeitas, como um sonho vão...
E acabará por fim vosso tormento.

Antero de Quental, in "Sonetos"
Obrigado por visitarem o meu blog!